Rodrigo Goulart
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Jornalista da editoria de esporte, Rodrigo aborda os lances da rodada e o que acontece no esporte do Estado. Visão crítica e apurada de quem entende do assunto.

Entrar em campo e só jogar bola: o antídoto da Chape contra a catimba

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Wellington Paulista em meio aos jogadores uruguaios (Rodrigo Goulart)

Definição do dicionário Houaiss sobre catimba: “procedimento utilizado em certas competições esportivas, especialmente o futebol, e que consiste em prejudicar o desempenho do adversário por meio de recursos astuciosos e, às vezes, antiesportivos”. Funciona? Se o adversário permitir, sim, e pode ser até decisivo. É só não cair na pilha (leia-se provocações) que nem o mais abundante repertório de malandragens terá efeito.

Alguns jogadores da Chapecoense ficaram nervosos no duelo contra o Nacional (1 a 1, na Arena Condá, em Chapecó) por conta de atitudes do rival. A maioria dos atletas do Verdão não disputou a Libertadores. Serviu de aprendizado, pois os uruguaios são doutores nesta competição, enquanto nós estamos no prezinho. A Chape tem condição técnica para vencer em Montevidéu, na próxima quinta-feira (27), mas não pode dar vazão à catimba. É entrar no gramado e jogar bola.

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