Cesto e cesta básica têm aumento de preços em fevereiro

Pesquisa feita pelo curso de Economia em parceria com o Sicom mostra mais uma alta nos valores

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O cesto e a cesta básica tiveram aumento em fevereiro. O cesto com 57 itens conta com produtos in natura, semi-industrializados, de higiene e limpeza e serviços tarifados. Mensalmente é feito pelo curso de Ciências Econômicas da Unochapecó, em parceria com o Sindicato do Comércio da Região de Chapecó (Sicom) uma pesquisa que mede a oscilação de valores.

Normalmente o trabalho acontece nos primeiros dias do mês e envolve a análise de 570 preços levantados em 10 supermercados da cidade, em um acompanhamento que permite, às empresas e ao consumidor, avaliar o consumo e o gasto familiar.

Aumento em fevereiro

Ao contrário do primeiro mês do ano, quando o cesto teve aumento de custo e a cesta apresentou redução, em fevereiro os dois acompanhamentos mostram alta nos valores pagos pelo consumidor. Com isso, a variação anual de preços nos dois primeiros meses de 2019 indica o cesto com elevação de 7,30% no custo, enquanto a cesta atinge a alta de 5,54%.

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O novo levantamento indica variação mensal de 1,79% no cesto básico, com o registro do custo de R$ 1.363,18, ante R$ 1.339,22 de janeiro, quando havia aumentado 1,97% em relação a dezembro. Já a cesta básica teve elevação de 2,67% no custo, que chega neste mês da R$ 310,26, enquanto em janeiro foi de R$ 302,21, com queda de 5,41% em relação ao último mês do ano passado.

Principais variações

O repolho é o produto com o principal aumento do custo neste mês, em 83,82%, em função da maior procura pelos consumidores. Essa situação foi gerada pela menor oferta de outros produtos das chamadas "folhas verdes", ocasionada pelas intempéries de calor e chuva nas regiões produtoras próximas ao Oeste de Santa Catarina, o que levou à maior preferência no consumo familiar pelo repolho, verdura que historicamente tem preço menor.

 Já a maior redução no preço, de 12,97%, foi identificada no frango, que, depois de fechar o ano passado com alto volume de vendas externas, inicia 2019 com retração nas exportações, tornando esse tipo de carne mais atrativa, em termos de custo, para o consumidor interno.

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