CTG Coxilha do Quero-Quero celebra 30 anos de tradição em Chapecó

O grupo realiza projetos, desenvolve atividades tradicionalistas e participará do Bate Casco

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“Entre o céu e a terra sempre guardiões dos portais da tradição” esse é o lema do Centro de Tradições Gaúchas Coxilha do Quero-Quero, que completa 30 anos em 2017. O CTG, além de buscar a preservação da cultura tradicionalista, também busca desenvolver projetos de inclusão social. Conforme a patroa do CTG Coxilha do Quero-Quero, Ana Cristina Lamaison, no ano em que Chapecó comemora seus 100 anos de emancipação político administrativa, o CTG completa 30 anos de atividades ligadas ao tradicionalismo gaúcho.  O surgimento do grupo foi inspirado em Movimentos Tradicionalistas Gaúchos que buscavam nas organizações, com regras e valores, resgatar antigas raízes, culturas e tradições.


O começo


A Patroa aponta que alguns amigos criaram, em dezembro de 1987, o Grupo Nativista Quero-Quero, que mais tarde passou a se chamar Grupo de Artes Nativas Quero-Quero. Durante 18 anos permaneceu com essa nomenclatura. “Atuava somente com a parte artística, ou seja, invernadas de danças Tradicionais Gaúchas, Danças do Tropeirismo e modalidades individuais envolvendo declamação, canto e instrumentos. Em 2005, houve a necessidade de incluir as modalidades campeiras nas atividades desenvolvidas, então, o Grupo passou a se chamar Centro de Tradições Gaúchas Coxilha do Quero-quero”, conta.

Guardiões da tradição

Conforme Ana Cristina, o CTG Coxilha do Quero – Quero possui um projeto institucional que oferece aos membros do CTG, a comunidade tradicionalista e população em geral momentos de estudos, trocas de conhecimentos e oficinas. Esse projeto se chama Guardiões da Tradição. “Durante o ano, são realizados eventos culturais que além das ‘pratas da casa’ contam com palestrantes de outras entidades tradicionalistas de Chapecó, do nosso estado, Rio Grande do Sul e do Paraná”, acrescenta.

Outro projeto que o CTG Coxilha do Quero – Quero é parceiro é o Projeto Farroupilha Tradicionalismo a Serviço da Vida. Conforme a Patroa, esse projeto “é uma das principais portas de entrada para as crianças chapecoenses e suas famílias ao universo tradicionalista gaúcho”.  O projeto é desenvolvido em parceria com a as Secretarias de Educação e Cultura, Universidade Federal fronteira Sul (UFFS), SESC/MESA Brasil e Rádio Super Condá.

Atividades tradicionalista

Segundo Ana Cristina, estão entre as atividades do CTG as danças tradicionais gaúchas, como as invernadas nas categorias Mirim, Juvenil, Adulta e Veterana. Também é realizado o Agrupamento Biriva (Danças do Tropeirismo). Os participantes dessas danças participam em festivais.  O CTG também promove bailes e jantares dançantes.

Com sede própria desde 2002, localizada na rua Sete de Setembro- bairro Presidente Médici, o CTG que contam com quatro piquetes, realiza anualmente o Rodeio Crioulo do CTG Coxilha do Quero-Quero. “O último foi realizado dia 20 de maio, um dos maiores. Segundo o Patrão da Campeira, Celso Siva, houve a participação de mais de 120 grupos”, comenta Ana Cristina.

Participação no Bate Casco

No mês de agosto, em comemoração aos 100 anos de Chapecó, acontece nos dias 26 e 27 a 4ª edição do Bate Casco Centenário. O evento, que é tradicional, promovido pelo Jornal Diário do Iguaçu, tem entre seus parceiros, o CTG Coxilha do Quero-quero. A Patroa Ana Cristina, analisa o Bate Casco como uma cavalgada que reúne tradicionalistas. “Sua importância está na realização da importante cavalgada para trazer a centelha, que irá acender a chama centenária e dar início às comemorações do Centenário do município”, comenta.

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