Rodrigo Goulart
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Jornalista da editoria de esporte, Rodrigo aborda os lances da rodada e o que acontece no esporte do Estado. Visão crítica e apurada de quem entende do assunto.

4 máscaras por R$ 60. Tem quem se aproveita do momento difícil

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Em momentos de crise, você já deve ter ouvido algo assim: “enquanto uns choram, outros vendem lenços”. Em tempos de coronavírus, troca-se o produto da frase: máscara.

Como era esperado, a busca pelo acessório cresceu brutalmente. Falando em economia, sabemos que a lei da oferta e da procura faz o preço subir e descer de acordo com o momento.

Mas assim… podemos classificar de avareza a atitude daqueles que se aproveitam da necessidade das pessoas em comprar determinados insumos para lucrar demasiadamente. Tivemos acesso à nota fiscal da compra de quatro máscaras.

O kit custou R$ 60, ou seja, R$ 15 cada, valor muito acima do normal praticado no mercado. Não vamos divulgar o nome do estabelecimento publicamente, mas estamos à disposição do Procon.

Foco do momento

Como o nome já diz, a Resenha é esportiva. Porém, o esporte está parado e não podemos virar as costas para o momento que estamos vivendo. O novo coronavírus está mudando a rotina das pessoas e, sejamos verdadeiros, forçando o uso dos bons hábitos. Precisou uma pandemia para o ser humano recorrer às boas maneiras, ou seja, fazer aquilo que deveria ser praxe.

Mortes já ocorreram no Brasil. Para que as coisas não fiquem pior, cada um deve se atentar às orientações. Melhor cuidado de mais que de menos. A Itália é o exemplo a ser seguido… daquilo que não podemos praticar.

1 COMENTÁRIO(S)

  1. Olá pessoal. Sem dúvidas o abuso é uma coisa ruim e não deve ser realizada, mas por outro lado, o que ninguém pensa (poque não são fabricantes e comerciantes), é que as industrias estão trabalhando dobrado, adicionando custo de adicional noturno, hora extra, entre outras coisas. E isso para toda a cadeia de produção, desde as embalagens utilizadas até as matérias primas. A pergunta é: esses que criticam o aumento dos preços, trabalhariam pelo mesmo valor na hora extra nas indústrias? Em turnos noturnos? Claro que não, reclamariam seus direitos com certeza e com razão. Então temos que ter cuidado ao criticar também, nem 8 nem 80. Não ao abuso, mas pensar que os preços permaneceriam iguais é ignorância de quem não conhece o funcionamento do mercado e não entende das complexidades dos negócios.

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