Rodrigo Goulart
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Jornalista da editoria de esporte, Rodrigo aborda os lances da rodada e o que acontece no esporte do Estado. Visão crítica e apurada de quem entende do assunto.

A Chapecoense jogou bem, não o Boavista que foi mal

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O Boavista jogou mal? Não. A Chapecoense é que jogou bem. O time de Saquarema (RJ), que deu trabalho para o Flamengo na final da Taça Guanabara, começou a partida da última semana disposto a pressionar, postura legítima de quem está embalado diante de um adversário em baixa. Vale lembrar que o clube da Região dos Lagos vinha embalado, enquanto o Verdão figura na lanterna da Série A do futebol catarinense.

Apesar da proposta ofensiva, os anfitriões não conseguiram ratificar o bom momento que vivem neste início de temporada, devido à organização tática da Chape. O técnico Umberto Louzer, mais na base da conversa que de preparação em campo, fez-se entender pelos jogadores. Vimos uma equipe verde-branca marcando forte no nascedouro das jogadas do oponente e imprimindo velocidade no ataque. Neutralizou os pontos fortes do rival e apresentou qualidade ofensiva, além de preparo físico superior aos donos da casa.

Nem parecia que o clube do Oeste atravessava má fase. Na verdade, ainda atravessa, pois precisa se recuperar no Estadual e, antes, avançar à terceira fase da Copa do Brasil. Os atletas demonstraram confiança de quem vinha de vitórias. Ari Moura, que não chutava, arriscou finalizações. Aylon e Renato tabelando, ou seja, a bola parou de queimar nos pés. Só para citar alguns exemplos. Ah! E o jovem Foguinho mostrando que, realmente, tem bola no pé.

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