Rodrigo Goulart
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Jornalista da editoria de esporte, Rodrigo aborda os lances da rodada e o que acontece no esporte do Estado. Visão crítica e apurada de quem entende do assunto.

As mudanças de Emerson Cris na Chape. Vamos no 4-3-3

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O técnico Emerson Cris simplificou na hora de definir o substituto de Camilo: Diego Torres. Um armador por outro armador. É isso aí. Por outro lado, surpreendeu ao desenhar o time da Chapecoense no 4-3-3, esquema que provoca calafrios no torcedor verde-branco.

Não adianta! Entra governo, sai governo e o tal 4-3-3 continua na moda no Verdão, mesmo com resultados ruins. Alguém pode dizer: “Mas não é 4-3-3, é 4-2-3-1”. Ok, mas no sistema básico é 4-3-3. Afinal, Emerson Cris encaminhou a escalação com três atacantes: Aylon (novidade), Everaldo e Arthur Gomes.

Ao optar pelo 4-3-3, o treinador assumiu um risco: se perder ou até empatar, será criticado e chamado de Professor Pardal. Se ganhar, receberá elogios como “inteligente” por ter dado um nó tático no Argel Fucks.

Se quiser ganhar força na luta contra o rebaixamento, a Chape é obrigada a vencer o CSA em Alagoas. Mas vitórias não são conquistadas de qualquer jeito. É preciso organização, sem faceirice.

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