Thiago Freitas
197 ARTIGOS
Jornalista e colunista do Diário do Iguaçu.

Empresas em home office, adaptações e mudanças pós CORONAVÍRUS

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Empresas em home office

Para ajudar corporações de todos os portes e segmentos a se adaptarem às condições de trabalho remoto visando a proteção da saúde de seus colaboradores e para dar continuidade aos negócios, a Positivo As a Service, unidade da empresa para locação de equipamentos de informática, anuncia a flexibilização do prazo e de novos contratos de locação de notebooks. Com período anterior de 36 a 60 meses, a locadora está se adaptando ao novo tipo de demanda. As empresas estão solicitando períodos menores de locação de computadores para atender ao aumento da prática de home office. Segundo Rafael Campos, head da Positivo As a Service, são recebidos orçamentos de trinta a até mil máquinas por empresa, de todos os tamanhos e segmentos, tanto de clientes antigos como de novos interessados na locação de computadores. Entre os benefícios de se alugar as máquinas, estão a garantia durante todo o período do contrato, atualização e troca dos equipamentos, além da destinação correta aos produtos no momento da troca com base na Política Nacional de Resíduos Sólidos. https://www.meupositivo.com.br/positivoasaservice/. A informação é do acontecendoaqui.com.br

Novos consumidores

Com o objetivo de entender o comportamento dos consumidores referente à pandemia de coronavírus que se alastra pelo mundo, a agência de publicidade Leo Burnett em parceria com a MindMiners, empresa de tecnologia especializada em pesquisa digital, realizou um estudo sobre as mudanças de hábitos e de consumo, nível de entendimento e a preocupação dos consumidores sobre o vírus, como buscam se informar e a mudança na rotina do brasileiro já implementada após os primeiros impactos da COVID-19.Realizada digitalmente entre os dias 13 e 16 de março, a pesquisa abrangeu as cinco regiões do país. Foram ouvidos homens (48%) e mulheres (52%) das classes A, B1, B2, C1, C2 e DE.“ A Leo Burnett acredita que sua entrega vai além de propaganda, vendas e marcas, sobretudo para levar uma comunicação sem perder de vista o fundamental: o que é importante para as pessoas. Por isso, neste momento, queremos entender o nível de conhecimento, de preocupação e as ações individuais que estão sendo tomadas pelas pessoas sobre a COVID-19 para que possamos atuar de forma mais eficiente na difusão de conhecimento e mensagens”, comenta Tiago Lara, VP de Data & Estratégia da agência.

 

Dados da pesquisa

Dentro da base de entrevistados, a preocupação sobre o impacto na economia no Brasil e no mundo aparece, com 52%, como a principal preocupação. Na sequência, vem o temor de que amigos e familiares contraiam a doença (48%), seguido pela possibilidade de falta de produtos nos supermercados (45%). Mas, apesar desses temores, é possível observar que, até o momento, parte considerável dos entrevistados ainda não adotou as medidas indicadas para conter o surto do vírus. Analisando a abrangência nacional da pesquisa e suas diferenças regionais, o fato é que 48% dos entrevistados revelaram que ainda não estão evitando: sair para restaurantes/bares/baladas; utilizar transportes públicos; ir a eventos de trabalho ou estudo, reuniões com amigos e familiares e eventos musicais/artísticos. Esse resultado apresenta uma variação considerável quando compara-se 43,3% da classe AB com os 55% dos respondentes pertencentes à classe CDE. Quando abordados sobre informação e desinformação, 82% dos entrevistados buscam notícias pelo menos uma vez ao dia, e 53% revelam ter aumentado consideravelmente a frequência do seu consumo por informação. Além da TV aberta (76%), os sites de notícias (77%) e as redes sociais (64%) estão desempenhando um papel central na disseminação de informações sobre a COVID-19, mesmo as redes sociais serem vistas como canais pouco confiáveis para informações tão importantes quanto essas.Consumo em tempos de coronavírus

Mudança de hábitos

Depois de saber sobre o aumento do número de casos de contaminação, os entrevistados afirmaram que passaram a tomar atitudes, como lavar as mãos, com mais frequência (68%), usar álcool em gel (63%), ficar mais tempo em casa (44%) e limpar assento/privada (15%), atitudes que estão começando a ter impacto na decisão de compra. Produtos de higiene pessoal (30%), produtos de limpeza para a casa (21%) e medicamentos (14%) lideram o ranking de categorias que, segundo os consumidores, induziram a mudanças em seus hábitos de consumo. Pois, segundo os entrevistados, houve uma corrida por álcool em gel (83%), sabonetes líquidos (56%) e desinfetantes (45%). O papel higiênico, que mobilizou toda a Ásia e Europa, também começa a ficar escasso por aqui (38%).A pesquisa ainda mostra um aumento do consumo de produtos não perecíveis entre as pessoas com mais de 36 anos de idade (45,8%) contra 24% entre aqueles com faixa etária menor. O que ainda está por vir

Perspectivais

Para 75,1% dos entrevistados, as próximas semanas aumentarão o número de infectados pelo coronavírus. Essa informação mostra que os hábitos continuarão mudando, principalmente no que se refere à compra de alimentos e bebidas para enfrentar possíveis dias de quarentena. Entre a base total de entrevistados, 41% já adiantaram que pretendem comprar mais alimentos e bebidas, e 27%, cancelar viagens. Outra mudança é que as compras pela internet entre os entrevistados já cresceram 14%. Quando questionados sobre a próxima semana, esse número sobe para 24%, assim como usar mais serviços de delivery aumenta 19%. Sem dúvida, e-commerces e serviços de delivery têm diante de si uma grande oportunidade se souberem, antes de tudo, adotar as medidas necessárias para cuidar de seus colaboradores e de seus clientes.O estudo traz ainda informações sobre o nível de conhecimento das pessoas a respeito do vírus; a clareza sobre o índice de letalidade; um comparativo de percepção de contágio entre COVID-19 e H1N1, vírus da Zika e ebola; e a preocupação das pessoas sobre o contágio com o grau de parentesco. As informações é do acontecendoaqui.com.br 

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