Rodrigo Goulart
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Jornalista da editoria de esporte, Rodrigo aborda os lances da rodada e o que acontece no esporte do Estado. Visão crítica e apurada de quem entende do assunto.

Exemplo que vem das quadras

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A Federação Internacional de Tênis anunciou um programa de assistência financeira para os tenistas que se encontram entre as posições 501º e 700° do ranking mundial, impactados pela covid-19.

A decisão foi publicada na segunda-feira (18) no site oficial da entidade. Os atletas pior ranqueados receberão a ajuda da ITF desde que não estejam recebendo outro auxílio monetário.

A ITF se comprometeu em divulgar todos os detalhes desta contribuição após reunião do corpo diretivo, prevista para o dia 2 de junho. Por causa da disseminação da covid-19 pelo mundo, todas as competições internacionais gerenciadas pela federação estão suspensas até 31 de julho.

A atitude da Federação Internacional de Tênis serve de exemplo às demais confederações e federações esportivos do mundo inteiro. O presidente da Fifa, entidade que conduz o futebol mundo, Gianni Infantino gravou um vídeo, no início da pandemia, prometendo auxílio.

Será que esta ajuda emergencial – pressupondo que será enviada às confederações, federações e associações nacionais – chegará ao destino-fim? A Fifa, assim como outras entidades do futebol mundial, é endinheirada, e tem o dever de contribuir com os clubes.

Mas, quando se diz contribuir, não seria enriquecer os times. Isso cada um precisa fazer com as próprias pernas. O momento é de auxílio para amenizar o prejuízo causado pelo coronavírus. Repito, pelo coronavírus, não pelas más gestões. Há um caminhão de agremiações que já cambaleavam antes da pandemia. 

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