Rodrigo Goulart
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Jornalista da editoria de esporte, Rodrigo aborda os lances da rodada e o que acontece no esporte do Estado. Visão crítica e apurada de quem entende do assunto.

Futuro da Chapecoense passa pela permanência na Série A do futebol brasileiro

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Hoje, a Chapecoense possui escolinhas, polos em diversas cidades da região Sul do Brasil, equipes em todas as categorias, atletas no grupo profissional com perspectiva muito grande. Enfim, a base do Verdão só evolui. Porém, é necessário que a Chape permaneça na Série A do futebol brasileiro para esse trabalho continuar progredindo. O rebaixamento forçará uma redução gigantesca de gastos, e as categorias inferiores não ficarão livres da tesoura. O futuro depende do grupo profissional.

Por falar em corte de despesas, a Adell, entidade parceira da Chapecoense no futebol feminino, enviou nota dias atrás. “Entendendo a realidade vivida pelo clube, a coordenação precisou rever custos, quadro de atletas, profissionais envolvidos, e até abrir mão de algumas peças de seu elenco que disputou o Brasileiro Feminino A2, como também de alguns talentos individuais das categorias de base, tudo para poder se adaptar à nova realidade financeira imposta”, diz parte da nota.

A nota continua: “Esse não é o fim do projeto, que ainda continua sendo apoiado e representando a Chapecoense, até porque o futebol feminino é obrigatoriedade imposta pela CBF para todos os clubes de série A. A dissolução, ou não manter a equipe feminina, acarreta uma série de punições. Os compromissos do futebol feminino para 2019 também não acabaram, só que deverão viver uma nova realidade devido às questões financeiras”. O repasse da Chape caiu de R$ 80 mil para R$ 30 mil mês.

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