Bruno Pace Dori
515 ARTIGOS
Formado em Comunicação Social pela Unochapecó, Bruno Pace Dori tem mais de 10 anos de experiência na área do jornalismo e assessoria. É editor de Política do Diário do Iguaçu e traz informações que são destaque em Chapecó e Santa Catarina.

Novo embate entre Câmara de Vereadores e Observatório Social

- Publicidade -
 

Em conversa com um vereador da base governista, que pediu para não ter o nome divulgado, a sugestão por parte do Observatório Social de Chapecó de instauração da CPI do Nepotismo é mais um “ataque” da entidade à Câmara Municipal, assim como foi a divulgação de gastos com cafés, chás e água, que desatou grande repercussão e revolta na população.

Aliás, na ocasião, os vereadores contestaram os dados apresentados, dizendo que os valores informados estariam errados. Para o parlamentar, membros do Observatório e de entidades empresariais – que defenderam, por exemplo, a redução do número de vereadores – querem só “aparecer” para o público, uma vez que possuem interesses eleitorais em 2020.

Vereadores não têm interesse em criar a CPI do Nepotismo

Entrei em contato com o presidente do Observatório Social de Chapecó, Mário Miranda, para ouvi-lo a respeito desta questão. Segundo ele, o OS não é partidário e todos os seus membros realizam trabalho voluntário. “Recebemos a denúncia, analisamos e procuramos a Prefeitura e a Câmara para tentar resolver. Quando nada é feito, vamos ao Ministério Público”.

“Nosso trabalho é de fiscalizar. Estamos fazendo o que eles [vereadores] deveriam fazer e não fazem. A diferença é que eles são pagos e nós somos voluntários”, disse. Miranda ressalta que a CPI do Nepotismo deveria ter sido proposta antes por algum vereador. “Dois se acusaram os demais 19 não fizeram nada. Precisou o Observatório Social levantar o assunto”.

DEIXE SEU COMENTÁRIO