Rodrigo Goulart
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Jornalista da editoria de esporte, Rodrigo aborda os lances da rodada e o que acontece no esporte do Estado. Visão crítica e apurada de quem entende do assunto.

O gás acaba antes do fim da partida. Falta perna na Chape

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Na maioria dos jogos nesta temporada, principalmente no Brasileirão, em que o grau de exigência é maior, a Chapecoense pode ser comparada a um refrigerante de 3,5 litros. O gás acaba antes de chegar ao fim. Pois é. Não bastassem as deficiências técnicas, a preparação física do Verdão nos faz chorar em aramaico.

O time do Oeste catarinense controlou as ações no primeiro tempo, diante do Bahia, na noite desta quarta-feira (6), em Salvador (BA). Jogou com personalidade. Preocupou-se, primeiramente, em neutralizar o adversário, mas sem se abster de atacar. Foi competente e venceu a etapa inicial por 1 a 0. Palmas para a equipe.

Veio a segunda etapa, o técnico Marquinhos Santos perdeu jogadores por lesão, as trocas – de novo – não deram a resposta aguardada e, no fim, os atletas estavam se arrastando em campo. O Tricolor baiano encurralou a Chape e empilhou oportunidades de gol, até igualar, de tanto insistir.

Não é demérito algum empatar na Arena Fonte Nova. Os baianos estão firmes na primeira página da tabela do Brasileirão. Analisando o jogo isoladamente, trata-se de um resultado interessante. Porém, escancarou novamente os problemas físicos e nada acrescenta à campanha.

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