Bruno Pace Dori
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Formado em Comunicação Social pela Unochapecó, Bruno Pace Dori tem mais de 10 anos de experiência na área do jornalismo e assessoria. É editor de Política do Diário do Iguaçu e traz informações que são destaque em Chapecó e Santa Catarina.

Prefeitura de Chapecó precisa rever as medidas relacionadas aos mercados

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Os mercados são serviços essenciais e que devem seguir funcionamento em meio à pandemia. Porém, em Chapecó, a Prefeitura necessita observar o exemplo adotado pelos municípios da Associação dos Municípios do Alto Uruguai (Amauc). A principal dela é restringir o acesso aos estabelecimentos, de uma pessoa por grupo familiar, e controlar o número de pessoas dentro.

O acesso deveria ser permitido preferencialmente para aquele que não faça parte do grupo de risco. Ainda é possível observar famílias inteiras indo aos mercados, inclusive, idosos. Quanto às crianças, o ideal seria esperar no carro quando um dos pais vai à compra. E intensificar mais a higienização dos carrinhos, cestas e utensílios antes e depois de usado pelos consumidores.

Quem vai aos mercados em Chapecó percebe, na grande maioria deles, que em alguns locais, como padaria e açougue, que não é respeitada a distância de 1,5 metros. A administração tem que chamar a responsabilidade e baixar um decreto regulamentando esses pontos. Mercado tem que permanecer aberto, porém, é preciso alguns limites. E as pessoas se conscientizarem.

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