A qualidade do trabalho é boa, diz medalhista olímpica sobre o futebol feminino da Chape

Ex-goleira Maravilha conheceu o projeto do clube em parceria com a Adell

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A Chapecoense recebeu nesta terça-feira (10) uma visita ilustre do futebol feminino brasileiro: Marlisa Wahlbrink, a Maravilha, goleira do Brasil nas olimpíadas de Sidney 2000 e Atenas 2004. A atual preparadora de goleiras do selecionado sub-17 esteve em Chapecó para conhecer a estrutura do clube do Oeste catarinense e monitorar atletas entre 14 e 16 anos para o ciclo de trabalho de base.

A visita é uma valorização ao projeto desenvolvido em parceria pelo Verdão e a Associação Desportiva Escolar Lourdes Lago (Adell). A Chape foi a agremiação que mais cedeu atletas para a seleção brasileira no último Mundial Sub-17, com nove convocadas no período de preparação e cinco presentes na lista final.

Pela manhã, Maravilha, 46 anos e medalhista olímpica na Grécia, acompanhou um treino da equipe. À tarde visitou as dependências do clube e conheceu mais sobre os procedimentos adotados na gestão do time. Posteriormente, foi à escola Lourdes Lago, de onde se iniciou o projeto da Adell, e deu uma palestra contando sua história.

“A gente se divide observando atletas para fazer a primeira convocação da seleção sub-17 para os próximos dois anos. Hoje, aqui na Chapecoense, vi meninas de 12, 13 anos e também meninas de 17 anos acima. A qualidade do trabalho é boa, várias atletas foram convocadas em várias categorias, isso já mostra", afirmou Maravilha, que tem esse apelido por ser da cidade de mesmo nome no Extremo Oeste de SC, a 85 km de Chapecó.

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