Após acesso, vôlei feminino de Chapecó busca apoio para jogar a Superliga Nacional B

Time da ACV pode defender outra cidade no torneio por questão orçamentária

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A ACV/PMC/Chape/Unochapecó alcançou uma de suas metas na temporada, ao se classificar dentro de quadra à Superliga B de 2020, na última semana, em casa, mas a luta para estar nesta competição ainda não acabou. “Agora, temos que correr atrás do dinheiro, mas a vaga a gente conquistou”, comentou o treinador Michel Guimarães.

A Associação Chapecoense de Vôlei, que coordena a modalidade no feminino na cidade, disputou a Superliga Nacional B em 2016 e 2017, mas abriu mão do posto por questões financeiras e pela falta de um piso adequado. No ano passado e neste ano, a ACV jogou o campeonato pelo Centro de Formação de Atletas de Alto Rendimento (CEFA), de Marau (RS). O time era de Chapecó, mas o nome e camisa eram dos gaúchos, que bancaram a participação.

“Se a gente sai do cenário nacional, vai perder as nossas atletas. Há muitas equipes querendo levar as nossas atletas. Para que mantenhamos o nosso time de Jogos Abertos de Santa Catarina (competição entre municípios que justifica o investimento da prefeitura às equipes), que é competitivo, precisamos estar no cenário nacional”, explicou Michel. Normalmente, a Superliga B é realizada no primeiro semestre.

Se não conseguir o apoio suficiente para representar Chapecó, a ACV pode disputar a competição por outra cidade novamente. O clube de Balneário Camboriú, que também tem vaga na Superliga B, já demonstrou interesse em fechar uma parceria.

As chapecoenses garantiram o acesso ao vencer o Bluvôlei, de Blumenau, por 3 sets a 2, no último sábado (5), em Chapecó. A equipe local ficou em primeiro lugar na chave B, que contou ainda com o Aero Clube (RN) e Mackenzie (MG), disputada no ginásio Ivo Silveira.

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