Atletas do Oeste estão na França e na Espanha, países entre os mais afetados pela Covid-19

Tauani, de Concórdia, e Rangel, de Seara, são jogadores de handebol

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Atletas do Oeste catarinense defendem clubes da Espanha e da França, países que estão entre os mais afetados pela pandemia de coronavírus no mundo. O goleiro Rangel da Rosa, de Seara, e a armadora central Tauani Schneider, de Concórdia, encontram-se na Europa, e falam sobre a rotina diante das medidas restritivas de combate à Covid-19.

Tauani está no AS Cannes Mandelieu, do sul francês. Conforme a concordiense, a cidade de Cannes é uma das menos atingidas no território nacional, mas também é alvo de ações mais severas do governo. “O presidente decretou quarentena de 15 dias no país todo. Desde terça (17) ao meio-dia estamos em confinamento. As pessoas podem sair na rua desde que não seja em grupos e a gente tem que ter um documento e o papel que diga o que vai fazer, horário, data e a atividade”, disse.

“Podemos ir ao mercado, farmácia, ajudar familiar do grupo de risco, fazer atividade física ou levar animais para passear. Tudo isso, de preferência, sozinho e não pode ir muito longe da sua casa. Estou em casa. Nós atletas não podemos deixar de fazer nossos exercícios. Tenho feito meu treinamento todo o dia, usado o apartamento e o prédio, escadas, corredor. A gente dá um jeito”, acrescentou.

Rangel atua no Bidasoa Irun. Com a liga espanhol parada, o time da região basca, no Norte do país, cancelou os treinamentos na última semana. Apesar do momento de preocupação, Rangel pode respirar um pouco mais tranquilo. A cidade de Irun não teve nenhum caso confirmado até o momento. "Aqui na região está tudo bem. Estamos com sorte. Espero que continue assim", afirmou o jogador da seleção brasileira principal.

O searaense também comentou a respeito da paralisação do campeonato. "A previsão era voltar até o dia 29 deste mês, mas acredito que não vai acontecer. Já estão considerando acabar com a liga e encerrar as atividades dos clubes nesta temporada. É complicado acabar tudo pela metade, mas, do jeito que está a situação, acredito que seja a melhor coisa a se fazer", finalizou.

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