Bruno Pacheco se inspira em 2018 na luta para evitar o rebaixamento da Chapecoense

Lateral recorda reta final do último Brasileirão como exemplo para o momento

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A Chapecoense se escapou do rebaixamento no Brasileirão de 2018 na última rodada, quando venceu o São Paulo por 1 a 0, com a Arena Condá lotada. Pelo segundo ano consecutivo, o clube do Oeste catarinense luta para deixar as últimas colocações.

Bruno Pacheco é um dos jogadores que ajudou o Verdão a se livrar do descenso na temporada passada. O lateral esquerdo afirma que o momento é de acreditar na recuperação. “O grupo pode sim sair dessa situação. Lembro do ano passado. Nas últimas seis rodadas, a gente precisava ganhar três e empatar um e foi isso que aconteceu. Eu sei que quem torce de verdade pra Chapecoense ainda acredita e vamos fazer de tudo para sair dessa situação”, disse.

O próximo compromisso da Chape será neste domingo (22), às 11h, diante do Internacional, no estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS), pela 20ª rodada, a primeira do returno, de um total de 38. Bruno Pacheco acredita que a perda do título da Copa do Brasil fará com que o Colorado gaúcho vai “vir com tudo” na Série A do futebol nacional, mas afirma que é preciso buscar os pontos para se recuperar no campeonato.

“A gente projeta fazer tudo o que não fizemos no primeiro turno. Cada jogo, agora, para a gente é uma final. Claro que vamos pegar uma equipe muito difícil, que vai vir com tudo no Brasileiro, mas para sairmos dessa situação temos que conseguir os pontos que não conquistamos até aqui”, comentou.

Novo técnico e lideranças

A partida na capital gaúcha será a primeira da equipe verde-branca sob o comando do técnico Marquinhos Santos. “Ele está aqui querendo ajudar, implantando um novo método de trabalho e é muito importante a gente absorver o mais rápido possível. É um cara que deixou bem claro que a gente tem que estar juntos, que é possível sair dessa zona incômoda”, disse.

“Ninguém aqui está jogando a toalha, pelo contrário. A gente tem líderes no grupo. Temos o Márcio Araújo, o Gum, o Camilo, eu também me incluo nisso, de chamar a responsabilidade. O torcedor está no direito dele de protestar. Cabe a nós ouvir e corresponder dentro de campo. Não adianta cada um remar para um lado que acaba gerando um conflito desnecessário. Aqui, ninguém vai se esconder”, finalizou.

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