Chapecoense encaminha reforços para a Série B, mas espera para bater martelo

Clube tem acertos verbais, mas age com cautela devido às indefinições. Videoconferência nesta segunda dará um norte aos times

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A indefinição sobre a sequência do calendário de competições, por conta da pandemia do novo coronavírus, esfriou as negociações no futebol brasileiro. Na Chapecoense, havia a expectativa da assinatura de pré-contratos para a Série B na última semana, o que não aconteceu e não há previsão de acontecer.

Apesar do período de quarentena, os membros do departamento de futebol verde-branco continuam atentos às movimentações do mercado da bola. O setor é formado pelo vice Mano Dal Piva, o superintendente Neto e o coordenador técnico André Martins. Por telefone, os três, mais o presidente Paulo Magro e o treinador Umberto Louzer, discutem diariamente sobre contratações e mudanças no grupo para a competição nacional.

A Chape encaminhou reforços para a Série B antes da paralisação da Série A do Estadual por tempo indeterminado, oficializada na segunda-feira passada pela Federação Catarinense. O próximo passo seria firmar pré-acordos no papel, amarrando os negócios. O processo natural não andou, devido às incertezas provocadas pela Covid-19. Por enquanto, os acertos para a vinda de novos jogadores ao Oeste são apenas verbais e os nomes não são divulgados.

Videoconferência

Uma videoconferência prevista para hoje poderá dar um norte aos clubes. Comissão composta por dirigentes de times e integrantes de associações que representam os atletas discutirão propostas para este período de campeonatos suspensos. Uma delas é conceder férias coletivas em abril, com as agremiações pagando 50% do valor agora e o restante, além do 1/3, no fim de 2020. As férias de fim de ano seriam menos: de 24/12 a 2/1.

Dentro das medidas sugeridas pelos clubes, se as disputas não forem retomadas em maio, os vencimentos dos atletas (CLT e imagem) sofreriam redução de 50% por um mês. Os profissionais treinariam em casa. Se em junho a situação não se normalizar, propõe-se a suspenso do contrato de trabalho até a retomada dos jogos oficiais, prorrogando os prazos contratuais, e parcelamento das rescisões em até cinco vezes.

Disputas paralisadas

O Verdão, que se posicionou favorável à interrupção das partidas e suspendeu os treinos até 31 deste mês, aguarda estas definições para evoluir as tratativas com novos jogadores. Sobre o Catarinão, nada confirmado. O certame parou após o fim da fase classificatória, faltando as quartas de final, semifinal e final e o mata-mata do rebaixamento. A tendência é a não retomada dos estaduais por insuficiência de datas.

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