Confirmado o segundo caso de dengue em Chapecó

Homem de 46 anos contraiu a doença fora da cidade. Ele está se recuperando em casa

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O segundo caso de dengue foi confirmado em Chapecó, pela Prefeitura. A confirmação da doença pelo Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) chegou na quinta-feira (5). O segundo caso, é importado, de um homem de 46 que mora no Centro. Ele foi atendido e orientado.  Ele se recupera em casa.

 O primeiro caso foi confirmado foi na quarta-feira (4) é mulher, de 60 anos que mora no bairro Cristo Rei. Ela foi atendida e se recupera em capa.

Por orientação da Secretaria de Estado da Saúde, a aplicação de inseticida com o carro de UBV – Ultra Baixo Volume poderá acontecer em diversas regiões da cidade.

Por isso é importante, para que a atividade alcance o objetivo, é necessário a colaboração de todos os chapecoenses: 

- Deixar abertas as portas e janelas. 
- Recolha os pássaros e animais domésticos. 
- Recolha as roupas do varal.
- Lave bem as frutas e verduras antes de consumi-las. 
- Evite ficar próximo ao veículo de aplicação do produto para não ter contato. 
- Após a aplicação o produto ficará suspenso no ar por cerca de 45 minutos. 
- A aplicação e o produto são aprovados pela Organização Mundial da Saúde.

O que mais é preciso fazer?

- Eliminar todos recipientes que possam acumular água. 
- Fazer uma vistoria no terreno, e recolher todos os possíveis criadouros. 
- Tampas, garrafas, potes, vidros, enfim, tudo precisa ser recolhido e colocado adequadamente nas lixeiras ou armazenado em local coberto. 

Atenção! Combater o mosquito Aedes Aegipty deve ser uma preocupação diária de todos, visando especialmente eliminar os criadouros do mosquito. Tanto no verão, quanto no inverno o trabalho das equipes de combate da Prefeitura de Chapecó, por meio da Secretaria de Saúde, não param e o principal foco das atividades são a prevenção e sensibilização da comunidade. A orientação é para que a população receba os agentes e siga as orientações repassadas.

Dicas importantes:
• Cuidado especial no armazenamento e destinação do lixo, mantendo-o em recipiente fechado e disponibilizando-o para recolhimento pela Limpeza Urbana na frequência usual;
• Jamais descarte o lixo ou qualquer outro material que possa acumular água no quintal de casa, no quintal de vizinhos, na rua ou em lotes vagos;
• Mantenha a caixa d’água sempre limpa e totalmente tampada. Além disso, mantenha as calhas livres de entupimentos para evitar represamento de água;
• Elimine os pratinhos de vasos de plantas; caso não seja possível mantenha-os limpos e escovados pelo menos três vezes ao dia;
• Ao trocar os pneus, deixe os velhos na borracharia, para que o destino adequado seja dado a eles;
• Mantenha limpos e escovados os bebedouros de animais domésticos; a água deve ser trocada diariamente; mantenha piscinas sempre em uso e devidamente tratadas;
• Atenção especial ao sair de férias para que esses cuidados estejam garantidos na ausência do morador.
• Receba os Agentes de Combate as Endemias e siga as orientações repassadas pela equipe.

Números de casos registrados ou investigados

A situação epidemiológica de Chapecó teve em 2016, 3.127 casos investigados de dengue, com confirmação de 820 casos. Já em 2017, foram investigados 507 casos com um caso importado.

Em 2018, foram investigados 227 casos, todos negativos. Em 2019, já foram registrados 324 casos, destes 305 negativos e 18 confirmados.

Em 2020, foram registrados 24 casos, destes 18 negativos, 02 positivos e 04 aguardam resultado do exame.

Os casos de Zika registrados em 2016 foram 38 casos e 3 positivos.

Em 2017, 03 casos foram investigados e tiveram resultados negativos. Em 2018, teve 1 caso negativo e 2 aguardam confirmação. Em 2019, 06 casos suspeitos foram investigados, todos negativos. Em 2020, não teve registro da doença.

Os números de chikungunya são em 2016 foram investigados 166 casos, com confirmação de quatro casos. Em 2017, foram 15 casos investigados com 02 confirmações. Em 2018, 08 casos negativos foram registrados. Em 2019, 11 casos foram registrados, 10 negativos e um confirmado. Em 2020, não teve registro da doença.

Os principais sintomas da dengue são:

- Febre alta maior que 38.5ºC.
- Dores musculares intensas.
- Dor ao movimentar os olhos.
- Mal estar.
- Falta de apetite.
- Dor de cabeça.
- Manchas vermelhas no corpo.

No entanto, a infecção por dengue pode ser assintomática (sem sintomas), leve ou grave. Neste último caso pode levar até a morte. 

Normalmente, a primeira manifestação da dengue é a febre alta (39° a 40°C), de início abrupto, que geralmente dura de 2 a 7 dias, acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo e articulações, além de prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos, erupção e coceira na pele. Perda de peso, náuseas e vômitos são comuns. Em alguns casos também apresenta manchas vermelhas na pele.

Na fase febril inicial da dengue, pode ser difícil diferenciá-la. A forma grave da doença inclui dor abdominal intensa e contínua, vômitos persistentes e sangramento de mucosas. Ao apresentar os sintomas, é importante procurar um serviço de saúde para diagnóstico e tratamento adequados, todos oferecidos de forma integral e gratuita por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).

São sinais de alarme da dengue os seguintes sintomas:

- Dor abdominal intensa e contínua, ou dor à palpação do abdome.
- Vômitos persistentes.
- Acumulação de líquidos (ascites, derrame pleural, derrame pericárdico).
- Sangramento de mucosa ou outra hemorragia.
- Aumento progressivo do hematócrito.
- Queda abrupta das plaquetas.

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