Darlan Romani recebe troféu de destaque do atletismo no Prêmio Brasil Olímpico

Atleta de Concórdia ficou em quarto lugar no Mundial do Catar neste ano

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O atletismo teve forte presença na cerimônia do Prêmio Brasil Olímpico, realizada na última terça-feira (10), na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro. O recordista sul-americano do arremesso do peso, Darlan Romani, quarto colocado no Mundial de Doha, ganhou o prêmio de destaque no atletismo de 2019.

"Estou muito feliz com esse prêmio, o segundo de minha carreira. Espero repetir em 2020, ano olímpico e muito importante", comentou Darlan. O competidor nasceu em Concórdia e, mesmo não morando mais no Oeste catarinense, continua defendendo nos Jogos Abertos de Santa Catarina a cidade onde ele iniciou a sua carreira esportiva, a partir da escolinha municipal.

No evento, que teve a presença de Warlindo Carneiro da Silva Filho e de Wlamir Motta Campos, presidente e vice-presidente do Conselho de Administração da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), a pernambucana Pamela Nievilly recebeu o prêmio de destaque feminino dos Jogos Escolares das Juventude da categoria de 12 a 14 anos. Pamela foi campeã dos 75 e dos 80 metros com barreiras, em Timbó (SC).

Antes da cerimônia, foram realizadas as ações dos atletas que entraram no Hall da Fama do COB. Joaquim Cruz, ganhador de duas medalhas olímpicas – ouro em Los Angeles 1984 e prata em Seul 1988, nos 800 m –, foi um dos homenageados. "Fico muito honrado por isso, até porque é uma coisa rara no Brasil. O prêmio não é só meu, é de todos que dedicaram a vida ao esporte. O caminho dos atletas é difícil, exige muito sacrifício, mas vai ser reconhecido", disse o atleta, que há 14 anos lidera um trabalho com atletas paralímpicos norte-americanos, em Chula Vista, na Califórnia.

Também no Hall

Outros cinco ídolos do esporte nacional entraram para o Hall da Fama do COB. Dois do atletismo: João Carlos de Oliveira, o João do Pulo, duas medalhas de bronze olímpicas no salto triplo, em Montreal 1976 e Moscou 1980; e Sylvio de Magalhães Padilha, primeiro finalista olímpico no atletismo, nos Jogos de Berlim 1936 nos 400 m com barreiras. Entraram também no Hall da Fama Guilherme Paraense (tiro esportivo), Magic Paula (basquete) e Maria Lenk (natação). O maior cestinha olímpico, Oscar Schmidt, o Mão Santa, recebeu o Troféu Adhemar Ferreira da Silva.

11 anos depois

Homenagem especial foi feita para os ganhadores da medalha de bronze nos 4x100 m dos Jogos Olímpicos de Pequim 2008, que herdaram o terceiro lugar depois de 11 anos. Vicente Lenílson, Bruno Lins, José Carlos Moreira "Codó" e Sandro Viana receberam a medalha no Museu Olímpico do COI, em outubro. Na cerimônia, estiveram presentes Lenilson, Codó e Nilson André, reserva da equipe em Pequim.

Melhores do ano

No final da cerimônia, vários atletas que se destacaram no Pan-Americano de Lima, no Peru, receberam um diploma especial como homenagem. Bia Ferreira, do boxe, e Arthur Nory, da ginástica artística, ganharam o prêmio de melhores atletas de 2019. O prêmio de Atleta da Torcida foi para Hugo Calderano, do tênis de mesa.

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