Deputadas incentivam a participação das mulheres na política e disputa eleitoral

Painel “As Mulheres nos Partidos Políticos” está sendo realizado durante o Congresso de Liderança Política Feminina

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As mulheres, apesar das dificuldades, devem participar da vida política e disputarem eleições. Essa foi a principal conclusão do painel “As Mulheres nos Partidos Políticos”, realizado durante o Congresso de Liderança Política Feminina, na Assembleia Legislativa do Estado (Alesc), com a presença de aproximadamente 800 mulheres.

O evento, realizado quinta (3) e sexta-feira (4), que teve como objetivo estimular e dar mais visibilidade à participação das mulheres na política, e foi promovido pela Alesc e o Tribunal Regional Eleitoral de SC (TRE-SC), sendo organizado pela Escola do Legislativo Deputado Lício Mauro da Silveira e Escola Judiciária Eleitoral do Estado.

No painel, mediado pelo advogado Luiz Magno Pinto Bastos Júnior, as deputadas estaduais Ada De Luca (MDB), Luciane Carminatti (PT) e Marlene Fengler (PSD) e a deputada federal Carmen Zanotto (Cidadania) falaram de suas trajetórias, vidas partidárias e da importância da participação da mulher em todo processo eleitoral.

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As parlamentares foram unânimes em enfatizar as dificuldades existentes com a maternidade e a cobrança social e familiar, entretanto, destacaram o orgulho, necessidade e a importância da participação feminina na política. As quatro deputadas solicitaram ao público que participem e incentivem as mulheres a disputarem as eleições.

Ada fez um relato de sua história de 46 anos na política, estando em seu quarto mandato parlamentar e, por já ter ocupado cargo de secretária de Estado, além de ser filha de deputado cassado. “Lutei pela democratização do País, me envolvi na política com 17 anos e nunca tive medo ou me acorvadei. Não foi fácil temos que conquistar a confiança e o respeito”.

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Luciane, no seu terceiro mandato, também falou de sua trajetória política. Relatou que nasceu em Chapecó, filha de pequenos comerciantes e até começar a trabalhar como professora não tinha nenhum envolvimento político na cidade. “O que sou hoje é pelas dificuldades que passei e pelas ajudas de pessoas que conheci. Ninguém é bom sozinho”, observou.

Marlene disse que está em seu primeiro mandato e que inicialmente, mesmo ocupando cargos executivos em partidos políticos desde 1992, relutou em ser candidata no ano passado e que só aceitou depois de analisar muito. “A gente só muda a realidade quando fazemos a nossa parte. Não é fácil, é uma missão e temos um papel, uma responsabilidade muito grande”.

Carmen, além de falar de sua história política em Lages, enfatizou a importância de a mulher ocupar seu espaço política e disputar as eleições. Lembrou que atualmente há a lei de cotas que garante a participação das mulheres no processo eleitoral e a destinação de 30% do fundo eleitoral, mas que caso não seja ocupado pode sofrer alterações nos próximos anos.

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