Deputados estaduais voltam a criticar situação da SC-283

Altair Silva, Luciane Carminatti e Neodi Saretta cobraram revitalização total da rodovia

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Críticas à situação da SC-283, que não tem acostamentos nem terceiras pistas de Concórdia a Itapiranga, marcaram a sessão de quarta-feira (9) da Assembleia Legislativa do Estado (Alesc). “Foi construída na década de 80 e passa por 15 municípios, mas de Mondaí a Itapiranga continua com estrada de chão. São frequentes os acidentes e problemas mecânicos, buracos, ausência de sinalização”, lamentou Altair Silva (PP).

O deputado lembra que em nenhum ponto ao longo dos 233 km tem acostamento ou terceira pista. Segundo Altair, grande parte da economia regional é produzida ao longo da rodovia em unidades da BRF, JBS e Aurora. “A Secretaria da Infraestrutura fez uma recuperação e pintura das faixas, mas precisamos de uma revitalização total”, cobrou Altair. Neodi Saretta (PT) e Luciane Carminatti (PT) concordaram com o colega.

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“É a rodovia mais comentada pela grande movimentação, pela grande região de frigoríficos, pelo número de anos que tem, são 40 anos, tenho certeza que o governo vai se sensibilizar”, previu Saretta, ex-prefeito de Concórdia. “Depois de quase seis anos de luta conseguimos as obras de Chapecó a São Carlos. É a rodovia que mais mata por saída de pista, não tem acostamento, conte com nossa luta”, afirmou Carminatti.

Minuto de silêncio perturbador

Luciane Carminatti parou a sessão quando pediu um minuto de silêncio pelas 42 mulheres vítimas de feminicídio em 2019, igualando os casos de 2018. Ela cobrou comprometimento do Parlamento e sugeriu aos pares atuarem nas bases, com prefeitos e prefeitas, para que todos os municípios assinem o pacto Maria da Penha. “Joinville foi o primeiro a assinar”,  destacou a deputada. Ela solicitou apoio dos membros da CCJ.

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A ideia é acelerar a tramitação de projeto de sua autoria que institui nas escolas públicas e privadas o ensino da Lei Maria da Penha. “Um dos compromissos que podemos assumir é o de atuar junto às nossas bases eleitorais para que nenhum prefeito fique sem assinar o Pacto Estadual Maria da Penha, pois só assim teremos uma rede local e interssetorial capaz de assegurar às nossas filhas e netas o direito de viver, de viver em paz”.

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