"Ele deixou a gente mais solto", diz Aylon sobre a chegada do novo técnico da Chapecoense

Atacante marcou o primeiro gol do Verdão na vitória sobre o Boavista

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Autor de um dos gols da Chapecoense na vitória sobre o Boavista, que garantiu a classificação à segunda fase da Copa do Brasil, o atacante Aylon concedeu entrevista coletiva antes do início das atividades desta sexta-feira (21). O trabalho foi o primeiro do grupo de jogadores após o triunfo por 2 a 0 em Saquarema (RJ), na última quarta (19).

Questionado sobre as mudanças que marcaram a semana do Verdão, o atleta falou sobre como o técnico Umberto Louzer levou a equipe ao resultado positivo. “Com o Umberto a gente não teve tempo de trabalhar. Foram dois dias. Então, foi mais na conversa. Vínhamos fazendo um bom trabalho com o Hemerson (Maria, demitido no domingo passado, 16) na parte tática, nos treinamentos, mas não estávamos conseguindo passar para dentro dos jogos”, comentou o jogador.

“A principal mudança foi de comportamento. Na conversa que o Umberto teve com a gente, ele deixou a gente mais solto. Ele deu essa confiança para a gente, conversou bastante, e as movimentações que a gente teve contra o Boavista deixaram o time mais solto”, observou Aylon. “Essa semana que a gente tem agora a gente vai conseguir impor mais as características que ele gosta. Mas ele já nos passou que gosta de jogar com a bola no pé, de propor o jogo e atacar bastante”, acrescentou.

Projeção

Projetando o próximo compromisso da Chape, que será na quinta-feira que vem, contra o São José, em Porto Alegre (RS), pela segunda fase da Copa do Brasil, Aylon falou sobre as possíveis dificuldades de atuar no gramado sintético do estádio Passo d’Areia. “É um gramado bem difícil. É duro, a bola quica mais, fica mais viva. Tivemos a experiência de jogar lá no ano passado (time verde-branco empatou por 0 a 0 e passou à segunda fase do torneio nacional). Já tive a experiência de jogar umas quatro vezes lá, e até você entrar no jogo e pegar o quique da bola, é difícil”, afirmou.

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