Em reformulação fora de campo, Chapecoense começa a anunciar novos dirigentes após renúncias

Dois nomes já estão definidos e outros serão escolhidos em breve

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A Chapecoense passa por reformulação fora de campo. Nos últimos dias, dois nomes foram anunciados para o conselho administrativo, a diretoria executiva do clube verde-branco. Mais um dirigente será confirmado em breve.

O primeiro nome definido pela agremiação do Oeste catarinense ocupará o cargo de vice-presidente jurídico. O comunicado ocorreu na última quinta-feira (7). Ilan Bortoluzzi Nazário foi o escolhido para o lugar de Cesair Bartolamei, que renunciou no início deste mês. Ele já havia dito no começo deste ano que ficaria na direção somente até outubro.

Nesta terça (12), o Verdão anunciou Gilson Sbeghen para o posto de vice-presidente de Administração e Finanças. Esta função era exercida por Paulo Ricardo Magro, que assumiu a presidência após a renúncia de Plínio David De Nes Filho, oficialmente, no dia 1º de novembro. Maninho alegou confrontos de ideias com alguns membros da diretoria para sair.

A próxima reposição será para a cadeira de vice-presidente de Marketing e Patrimônio. Luiz Antônio Danielli se desligou da Chape no dia 17 de outubro, devido a compromissos com a empresa onde trabalha. A expectativa dos dirigentes é anunciar um novo nome até esta sexta (15).

Renúncia iminente

Em breve, o conselho gestor da Chapecoense – formado pelas diretorias dos conselhos administrativo e deliberativo – terá de repor a saída de mais um vice. Cleimar Spessatto, do futebol, já afirmou ao Diário do Iguaçu que deixará o Verdão após a Série A do futebol brasileiro, em dezembro.

Ao DI, Spessatto disse que não consegue dedicar tempo suficiente à Chape. “O futebol exige muito. Quem está neste cargo precisa acompanhar treinos, viajar, participar de reuniões. Não consigo conciliar as atividades da minha empresa com as do clube”, comentou na semana passada. O presidente de honra, Ivan Tozzo, também cogita renunciar.

“Em colegiado”

Conforme Paulo Magro, a definição dos novos integrantes da direção é feita em conjunto. “(escolha) em colegiado com o conselho gestor. Os nomes serão validados na próxima reunião do conselho deliberativo”, explicou. Somente conselheiros podem estar em cargos eletivos, os quais não são remunerados.

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