Empresários de Chapecó cobram melhorias no acesso à BR-282

Após 10 anos de iniciadas as obras, maior problema está na deficiência da iluminação, segundo o Centro Empresarial

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No próximo mês de julho o acesso entre Chapecó e o trevo da BR-282 em Colônia Cella, que é um trecho da BR-480, irá completar 10 anos desde que foram iniciadas as obras. Entretanto, essa via continua não entregue oficialmente e determinadas melhorias precisam ser refeitas, como a iluminação e o conserto de buracos nas pistas laterais. Em função disso, o Centro Empresarial de Chapecó (CEC) está solicitando atitude por parte das autoridades, principalmente dos governos federal e estadual, em função da indefinição sobre quem recai a responsabilidade pela via.

Iniciada em julho de 2010, a construção da obra foi feita pelos governos federal e estadual, com apoio do município de Chapecó. Concluídas as pistas central e laterais e a iluminação, ficou a indefinição sobre de qual governo seria a responsabilidade da manutenção. Então, o trecho da rodovia foi federalizado, mas hoje continua impasse quanto a isso, apesar da Polícia Rodoviária Federal já estar atuando no local há alguns anos. 

Atualmente os principais problemas, para o quais o Centro Empresarial pede atenção, referem-se à iluminação que precisa ser refeita na maioria do trecho e à manutenção das vias marginais, além da limpeza.

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O presidente do CEC, Cidnei Luiz Barozzi, argumenta que os problemas existentes afetam o grande número de motoristas de caminhões, ônibus e automóveis que trafegam pela via, as empresas e os moradores das laterais, especialmente dos bairros Belvedere e Trevo. “É uma pauta importante e não podem os órgãos públicos ficar protelando a solução, que requer decisões e que os responsáveis cumpram o dever”, afirma o empresário. 

Empurra-empurra

Em 30 de janeiro de 2017 o Centro Empresarial enviou ofício ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), com solicitação para limpeza, iluminação e sinalização do acesso. Depois, ocorreram reparos em parte da iluminação, limpeza e manutenção das vias laterais. Já no dia 3 de julho do mesmo ano esteve em Chapecó o então diretor-geral do Dnit, Valter Casimiro Silveira. 

Em reunião dele com entidades empresariais foi cobrada a definição para a via entre Chapecó e o trevo. As lideranças foram informadas de que havia pendência entre a União e o Estado que precisava ser regularizada para o repasse da responsabilidade do DNIT. “De lá para cá”, lamenta o presidente do CEC, “praticamente nada mudou nestes três anos e meio e segue o empura-empura entre as autoridades”.

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