Ilha de obras: uma empresa na contramão do tradicional

“Não queremos fazer mais do mesmo”, afirma o CEO da Ilha de Obras, Jaderson Zuanazzi. Empresa atua na administração de obras e está há seis anos no mercado de Chapecó

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Carolina Dias 
carol@diariodoiguacu.com.br
Com objetivos definidos e aberta ao novo e ao mercado, a Ilha de Obras é uma empresa que nasceu com a proposta de não seguir o tradicional. Conta com uma equipe estruturada que busca se reinventar a cada desafio. “Somos uma empresa que resolveu explorar o mercado porque estávamos cansados de seguir a linha tradicional. Nosso motivador para a empresa sempre foi não fazer mais do mesmo”, afirma o sócio proprietário e Engenheiro Civil, Jaderson Zuanazzi.

São seis anos de mercado e dois focos: investidores e alto padrão. Zuanazzi explica que no início, para disseminar a ideia de investidores da empresa, criou uma oportunidade para muitas pessoas ganharem dinheiro juntas. Se envolver com o Associativismo e conhecer bastante gente ajudou nesse processo. O objetivo era que muitas pessoas fizessem parte deste primeiro negócio por que elas entenderiam como funcionaria e elas ramificariam a empresa.

 “Sempre fui muito associativista. Trazer muitas pessoas para a base e todo mundo poder crescer junto sempre foi um objetivo particular. A ideia na época era, mesmo com pouco recurso, que todos pudessem ganhar um pouco mais do que o mercado estava pagando”.

O negócio montado deu certo e rendeu cerca de 30% ao ano para os investidores. Com isso, a Ilha de Obras montou um empreendimento onde cada pessoa podia comprar uma cota. “Teve gente que comprou uma, duas ou mais. Abrimos de manhã e até a metade da tarde todas as cotas já tinham sido vendidas. Um ano e meio depois, o dinheiro voltou para conta de quem investiu. Isso somente com a divulgação por rede de contatos, uma rede muito simples, onde todos confiaram na gente”, conta Zuanazzi.   

Olho no futuro

O nome Ilha foi pensado já de olho no futuro. “A ideia era que se concentrassem diversas obras num único lugar isolado (daí veio o termo Ilha) e também por que sempre tivemos o objetivo de chegar em uma capital. Se formos com o nome Ilha para Florianópolis, por exemplo, vamos ser caracterizados como empresa local e não como forasteiros. Estamos buscando algumas parcerias em Florianópolis, Paraná, Rio Grande do Sul há pelo menos oito meses. Em algum momento vai estourar e vamos abrir mercado em outras regiões”, afirma.

Empreendimentos administrados

Atualmente, a empresa conta com pelo menos seis edifícios sob sua administração: Privilége Residence (13 andares), Luxury Home Club (25 andares), Urban (41 andares), Plaza (18 andares), Borges (18), e Porto Aquiles (33 andares), em diferentes bairros da cidade.

Para esse tipo de empreendimento, a Ilha trabalha com o perfil de investidor. “Estamos prospectando pelo menos mais três ou quatro edifícios, que provavelmente esse ano ou no máximo no início do ano que vêm, já começam a rodar também”, explica Zuanazzi. A empresa conta, hoje, com cerca de 120 investidores.

O Alto Padrão sempre foi o foco da empresa. Não é por acaso que hoje conta com 20 obras Residenciais além dos Edifícios. São casas que começam em 250m² e chegam a mais de 900m² de tamanho, que ficam em condomínios e bairros bem localizados.



Chapecó: cidade acolhedora

Jaderson Zuanazzi nasceu em Chapecó e não podia deixar de começar sua empresa aqui. Neste domingo, quando a cidade completa 102 anos, ele reforça o carinho que as pessoas que chegam ou passam por aqui, tem por Chapecó. Zuanazzi lembra que durante todo esse tempo no mercado, percebeu que a cidade pode oferecer bem mais para quem busca um imóvel, seja ele casa ou apartamento. E não só para quem mora aqui, mas para quem é da região e também de estados vizinhos.

“Temos clientes que moram em cidades da região, de outros estados e até de outros países, que optam por ter um imóvel em Chapecó para ter um local onde ficar quando vem para a cidade. Outros, optam por morar aqui, e manter a casa ou apartamento na cidade natal e ainda temos um outro perfil que busca uma residência na cidade pela facilidade de deslocamento do aeroporto para qualquer lugar do país de forma rápida”, salienta.

Ele acredita que isso se deve a hospitalidade que Chapecó oferece aos visitantes. Viajando por diversos lugares, conhecendo várias pessoas, esse é o motivo que Jaderson ouve dos visitantes para gostar tanto de Chapecó. “Se você for para outros lugares de Santa Catarina, por exemplo, a receptividade também é boa, mas não é tão hospitaleira como aqui”, elogia Zuanazzi.

Terceirização

Segundo Zuanazzi, hoje as construtoras têm um modelo de gestão interna de ter seus próprios funcionários. Por mais que a lei da terceirização venha para facilitar isso, elas absorvem para si todo o modelo, desde a área comercial, RH interno, planejamento e controle da obra, até a entrega final do empreendimento. Isso absorve muito custo interno e acaba por inchar demais a empresa. “Uma empresa que foca em fazer tudo, acaba por ser mediana em tudo e não é ótima em nada”, comenta.

O sócio proprietário explica que a Ilha de Obras optou por absorver o mercado da terceirização, seguindo na contramão do que normalmente as empresas do segmento fazem. “Nós absorvemos esse mercado da terceirização. Hoje somos uma administradora de obras com o objetivo de tirar um pouco o vínculo direto com todas as áreas, e escolhemos terceirizar a maioria dos serviços, menos a gestão que somos nós que fazemos”.

Para isso, a Ilha de Obras conta com uma equipe completa de engenharia. Dentro da empresa temos pessoas específica para cada área: compras, planejamento e qualidade, orçamento e compatibilização, acompanhamento de obras. Trazer para a base da empresa pessoas que são ligadas a gestão, que buscam conhecimentos e implantam as metodologias passou a ser o segredo do negócio. “Quando a construtora é muito grande, foca tanto em resolver problemas, que às vezes não se dá conta de que é preciso organizar tudo. Quando percebe tem muita gente para gerir. Quando criamos a empresa nossa motivação era não fazer mais do mesmo”, reforça Zuanazzi. 




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