Lideranças costuram nova via para a eleição em Chapecó

Deputada Caroline De Toni, empresários e membros do PSC e NOVO se reuniram nesta semana

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Bruno Pace Dori
politica@diariodoiguacu.com.br

A construção de uma via alternativa à Prefeitura de Chapecó já está em marcha. Lideranças empresariais e políticas se reuniram nesta semana para iniciar a construção de uma aliança para a disputa eleitoral em outubro. O encontro foi idealizado pela deputada federal Caroline De Toni (PSL) e reuniu lideranças do PSC e NOVO, além de empresários e profissionais liberais.

Em entrevista para o jornal Diário do Iguaçu, Caroline ressaltou que a união entre esse grupo está selada para a eleição e que novos partidos poderão integrar a composição. Ficou definido que será apresentado candidato à majoritária em Chapecó. “No momento estamos discutindo um projeto para a cidade, para enxugar a máquina pública e otimizar os serviços”, comentou.

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De acordo com a parlamentar, antes de discutir nomes para a eleição de 2020, o grupo está definindo os objetivos para Chapecó. “Nosso grupo vai acabar com o toma lá, dá cá. Vereador eleito vai ficar na Câmara”. Para Caroline, o candidato escolhido deve ter o perfil de gestor. “Temos nomes à disposição, porém, ainda não tem nada definido. Isso é para depois”, disse.

Embora não descarte concorrer, a deputada afirmou que a chances são “remotíssimas”. Ela comentou que o objetivo principal é seguir ao lado do presidente Jair Bolsonaro. “Não penso em concorrer à prefeitura. Meu objetivo é seguir na Câmara Federal, ajudando o presidente Bolsonaro e auxiliando a trazer recursos para Santa Catarina e, em especial, à região Oeste”.

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Caroline explicou que só concorre se houver pedido das demais lideranças, entretanto, que sua prioridade é seguir em Brasília. “O presidente Bolsonaro precisa de pessoas fieis ao seu lado. Também, o Oeste só tem três deputados federais. Se caso eu concorrer e foi eleita, entra um suplente de outra região. Avalio que o Estado e o Oeste precisam de mim como deputada”.

Questão partidária

A respeito de sua situação partidária, Caroline destacou que ingressou na justiça com pedido de desfiliação do PSL por “justa causa”, uma vez que, ao apoiar Bolsonaro na disputa interna, passou a ser perseguida pelas lideranças do partido. “O grupo dos deputados que apoiou o presidente está isolado dentro do PSL. Não tem mais como permanecer. Estou aguardando”.

A parlamentar destacou que a tendência, se conseguir cancelar a filiação no PSL, é de ingressar no Aliança Pelo Brasil, partido que está em formação e é liderado por Bolsonaro. “Não posso garantir ainda isso [filiação ao Aliança], mas, essa é a tendência”. Se a legenda não foi criada até 4 de abril, não poderá participar do processo eleitoral, que acontece no dia 4 de outubro.

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