Ministérios vão agir de forma integrada durante a crise do novo coronavírus

Ações no combate à crise causada pela Covid-19 serão apresentadas em diversas áreas

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O governo federal decidiu mudar a forma de conceder coletiva à imprensa para tratar sobre a crise causada pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19). A primeira parte é destinada para apresentação das ações governamentais, comandada pelo ministro-chefe da Casa Civil, Walter Braga Netto, enquanto a segunda parte será utilizada para apresentação somente de dados técnicos, com a condução do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

Na coletiva realizada ontem (30), além de Braga Netto e Mandetta, estiveram os ministros da Cidadania, Onyx Lorenzoni; da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas; e da Advocacia-Geral da União (AGU), André Luiz de Almeida Mendonça. O ministro-chefe da Casa Civil afirmou que o formado de comunicação foi alterado uma vez que as ações do governo são todas integradas.

Primeiro a falar, Freitas garantiu que logística em portos, aeroportos e rodovias federais está garantida e funcionando, com decretos ajustados para liberar o transporte de cargas. Ainda, ele disse que a Infraestrutura vai dar suporte para distribuição dos insumos da área da saúde. Ele disse que caminhoneiros receberão vacinas contra a gripe na próxima fase da campanha.

Na sequência, Lorenzoni confirmou que mais 1,2 milhão de pessoas foram incorporadas ao programa Bolsa Família, que agora atende 14.290 milhões de pessoas. E pelos próximos 120 dias, nenhuma pessoa será retirada do Bolsa Família e outros programas. Foram liberados R$ 2 bilhões para reforçar o Sistema Único de Assistência Social (SUAS) para estados e municípios.

Mandetta reforçou em sua fala que as ações e recomendações do Ministério da Saúde seguem sendo amparada em critérios técnicos e científicos, com a recomendação do isolamento social como forma de combater a pandemia do coronavírus, conforme orientação de especialistas. “O instinto da vida é maior do que o econômico. Defendo os critérios técnicos e científicos”.

Questionado sobre atritos com o presidente Jair Bolsonaro, que defende o fim do isolamento social, Mandetta afirmou que não existem atritos e que ele quer ajudar o País, assim como o presidente.  “O Ministério da Saúde defende a vida, nosso inimigo é o vírus. Devemos manter o máximo distanciamento das pessoas”. Já Braga Netto negou que o governo tenha intenção de demitir Mandetta.

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