O que dizem os setoristas do Juventude sobre o novo técnico da Chapecoense

Diário do Iguaçu procurou jornalistas que acompanham o clube gaúcho, último time de Marquinhos Santos, para saber a opinião deles sobre o treinador

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JOSÉ THEODORO - Bitcom TV

“O Juventude estava todo errado. O Marquinhos Santos veio, arrumou a defesa, depois o meio de campo e o ataque, e resgatou a força no Alfredo Jaconi. Ele me pareceu um treinador muito focado nos seus objetivos, muito trabalhador, pelas 7h, 7h30 já está no estádio. Mobilizador, tem controle absoluto do vestiário. É observador de jogadores da base, valoriza muito os atletas jovens, inclusive começou como técnico nas categorias inferiores. Coloca jogar quem está melhor, não importa o nome e que camisa o jogador vestiu”.

MARCELO ROCHA - Rádio Gaúcha Serra

“O Marquinhos Santos tem por característica ter um time ofensivo. Ele arma a equipe para atacar. Com um time de Série C, montou uma formação para atacar os times de A e B na Copa do Brasil. Quando tentou usar um modelo mais cauteloso, quase perdeu no primeiro tempo contra o Imperatriz. Mesmo acreditando em uma formação que ataque, costuma se apoiar bastante nas características do adversário para montar sua equipe. No meio da Série C, mudou a formação, porque o modelo do 4-1-4-1 ficou muito marcado pelos adversários”.

PEDRO PETRUCCI - Jornal Pioneiro

“No Juventude, ele procurou transformar um pouco a equipe do Luís Carlos Winck (técnico anterior), que não fazia um bom Gauchão. O Marquinhos Santos encontrou um time muito desanimado, talvez em situação parecida com a da Chape. A primeira tarefa dele foi recuperar a autoestima. Essa tarefa passou também pela torcida, para recuperar o que ele chamou de efeito ‘Jaconi’, de voltar a vencer em casa. Fez uma Série C bem regular e subiu para a B com certa tranquilidade. O time dele tem uma mecânica de jogo interessante”.

RODRIGO CORDEIRO - RBS TV Caxias do Sul

“É um treinador com capacidade de ‘apagar incêndios’. Um técnico que tem a característica de remobilizar grupos em momentos delicados. Marquinhos Santos pegou o Juventude ameaçado de rebaixamento no Campeonato Gaúcho. Chegou a sofrer uma goleada de 6 a 0 para o Grêmio, em casa, mas conseguiu reverter a má fase levando o time de Caxias do Sul às oitavas de final da Copa do Brasil e de volta à Série B. O Juventude resgatou também a força do estádio Alfredo Jaconi, onde a equipe sofreu apenas uma derrota na Série C”.

WILLIAM MOTA - Rádio Esporte Serra

“O Marquinhos Santos deve jogar no 4-1-4-1. Não joga com balão. Ele faz aquela saída de três, em que o volante vai buscar a bola no pé dos zagueiros. Daí recua os extremas até o meio, bem abertos, para buscar o jogo. Os laterais saem por dentro fazendo uma diagonal para dar opção ao extrema ou ao volante que está com a bola. Ele tem muitas alternativas do meio para frente, mas precisa de tempo, demorou a fazer o time jogar. A parte defensiva, arrumou rápido. Um dos melhores treinadores que já passaram pelo Juventude”.

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