Uma nova etapa no atendimento à população do grande Oeste, diz diretor do HRO

Ato reuniu autoridades e a comunidade de Chapecó, também com a presença do governador de SC, Carlos Moisés

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Bruno Pace Dori
politica@diariodoiguacu.com.br

Enfim, de portas aberta! Foi inaugurada na manhã desta sexta-feira (21) a nova ala do Hospital Regional do Oeste (HRO) de Chapecó. O ato contou com a presença do governador do Estado, Carlos Moisés (PSL), da vice-governadora Daniela Reihner, (sem partido), e do secretário de Estado da Saúde, Helton Zeferino, além do prefeito Luciano Buligon (PSL), e demais lideranças, como vereadores de Chapecó, deputados estaduais e federais, e funcionários da instituição.

Durante a solenidade, Moisés anunciou que o governo do Estado está liberando mais R$ 10 milhões para a compra de equipamentos para a nova ala. Também, foi assinado um convênio para o repasse de R$ 150 mil para compra de materiais, resultado de emenda parlamentar do deputado estadual Jair Miotto (PSC). Já o deputado federal Pedro Uczai (PT) também anunciou a liberação de R$ 1 milhão para o HRO neste ano, através de emenda parlamentar de sua cota.

O governador ressaltou que no primeiro ano de mandato, o governo do Estado pagou R$ 750 milhões de dívidas na área da saúde herdadas de gestões passadas. “Estamos colocando a casa em ordem. Primeiro, decidimos pagar o que devíamos. Agora, vamos começar a avançar. Ao assumir, determinei que as obras do Pacto do SC fossem finalizadas e entregues e a nova ala deste hospital e a primeira que estamos entregando à população”, comentou Carlos Moisés.

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O diretor-geral do HRO, Osmar Arcanjo de Oliveira, disse que a abertura da nova ala “significa nova etapa do atendimento para a população do grande Oeste. Com os dois andares ocupados nesta nova ala, que são utilizados nesta semana, tanto na internação no 7º andar, com 49 leitos, como no 8º andar com a quimioterapia, com 31 poltronas quimioterápicas e outros 12 leitos quimioterápicos de curta duração, significa avanço e qualificação da oncologia”, disse.

Sobre a ocupação dos demais andares, Oliveira explica que tudo será feito de maneira gradual e com calma, ao longo dos próximos meses. A respeito do aumento no repasse de recursos por parte do Estado para os trabalhos no hospital, o diretor-geral informou que as conversações com o governo do Estado são feitas de forma ponderada. “E dentro das possibilidades vamos avançando nas negociações. Não há como prevê quando os outros andares serão abertos”.

Denominada como Dr. Valmor Lunardi, a nova ala do HRO será ativada e ocupada de forma gradual. Foram entregues o sétimo e oitavo andares – áreas de internações e ambulatórios oncológicos e de quimioterapia. O setor de oncologia no prédio velho será transferido para nova área. Ao todo, a nova ala terá 156 leitos, sendo que o HRO passará dos atuais 319 para 475 leitos, além de novo centro cirúrgico, ampliando das atuais seis para 13 salas cirúrgicas.

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Isso permitirá que das atuais 1,2 mil cirurgias mensais, o número passe para 2,5 mil cirurgias por mês. Com isso, a expectativa da direção do HRO é que quando estiver em funcionamento pleno seja zerara a fila de espera pelas cirurgias e dobrada a capacidade de atendimento na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Hoje, são 16 leitos de UTI e outros 10 leitos improvisados. O novo prédio terá 20 leitos de UTI geral, 10 de UTI pediátrica e sete para setor de coronária.

A construção da nova ala do HRO iniciou ainda em 2013, através do Pacto por Santa Catarina, com previsão de entrega para 2015, porém, o prédio foi entregue somente em 2017. Desde então, ficou fechada por falta de alvará e equipamentos. A Secretaria de Estado da Saúde disse que foram investidos R$ 60 milhões na construção e compra de equipamentos e de mobiliário. Quando em pleno funcionamento, a nova ala vai ampliar em 60% a capacidade total do HRO.

O novo prédio tem nove andares e 11.885 m². O primeiro piso será o almoxarifado e o Serviço de Prontuário de Paciente (Same); o segundo está reservado às universidades; o terceiro andar será ocupado pela farmácia e laboratórios; o quarto piso será o do centro cirúrgico; no quinto será implantada a UTI; no sexto a unidade vascular; no sétimo será a oncologia; no oitavo será a quimioterapia; o nono andar é galeria técnica; e na cobertura foi construído um heliporto.

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