Walther Morais faz show neste Dia do Gaúcho, em Chapecó

Cantor será a atração musical desta sexta-feira no Parque Farroupilha

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A segunda noite de shows no Parque Farroupilha terá a apresentação do cantor Walther Morais. No ano passado lançou seu 14º CD intitulado “Um Taura do Rio Grande”. Com quase 30 anos de carreira, Morais passou seis deles, no grupo Os Serranos. Nascido em Palmeiras das Missões, o gaúcho sobe ao palco do Parque Farroupilha a partir das 21h desta sexta-feira.

Morais tem dois DVD's gravados, e sucessos que passam de 3 mil visualizações, somando-se todos os vídeos da mesma música, entre eles destaque para – Criado em Galpão – e Bagual Corcoveador. A música Criado em Galpão está chegando a um milhão duzentos e vinte e sete mil visualizações somente no vídeo principal da música. Outros sucessos como dia de chuva, rebeldia, cantando o Rio Grande, Leão do cajuru, De gaúchos e cavalos,  entre outros, chegam facilmente a 1.000.000 de visualizações.

Um Taura do Rio Grande

Novo trabalho lançado em 2018, Um Taura do Rio Grande, possui 14 faixas. Entre elas estão: a que dá nome ao CD, Um Taura do Rio Grande, Jeito Missioneiro, Forma Cavalo, Debaixo de Um Céu Azul, Atorando um Chote, Embuçalando a Potrada. 


Não se perca na letra


Tauras do Rio Grande 

“Saltei de dentro do rancho, ouvindo o cantar do vento
Arrastando argolas e tentos no pedregal do terreiro
Quem nasceu pra ser domeiro trás madrugada na encilha
E repassa qualquer tropilha com cismas de caborteiro

Só trago a força no braço e na curvatura das pernas
Pois maula não se governa, nem se para mal costeado
Quando salto embodocado, tenteando as sombras da lua
Lanhando ao golpe das puas, paletas de um desbocado

Um taura deste Rio Grande tem valentia de sobra
Quando um bocudo se dobra lonqueado a mango e espora
Solitos num campo afora, na mais campeira paisagem
Só quem tem sangue e coragem, por certo, não se apavora
Só quem tem sangue e coragem, por certo, não se apavora

Faço da lida campeira a minha vida nos bastos
Dobrando a ponta de cascos, mapeando algum corredor
Campeiro e alambrador, ponteiro de tropa e posteiro
De vez em quando, povoeiro nos braços de alguma flor
E quando falta um gaiteiro numa noite redomona

Junto no peito a cordeona como quem trata uma bela
E canto uns versos pra ela que, só de ouvir, se arrepia
Enquanto a lua me espia pelas frestas da janela
Um taura deste Rio Grande tem valentia de sobra

Quando um bocudo se dobra lonqueado a mango e espora
Solitos num campo afora, na mais campeira paisagem
Só quem tem sangue e coragem, por certo, não se apavora
Só quem tem sangue e coragem, por certo, não se apavora”


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